Qualquer instituição precisa de uma gestão jurídica e organizacional, e com a igreja não é diferente! A administração eclesiástica, ou seja, a tarefa de organizar, administrar e direcionar uma igreja é imprescindível. Afinal, mesmo sendo uma instituição sem fins lucrativos e ligada a Deus, isso não elimina a gestão humana. 

Uma boa administração eclesiástica precisa ser organizada, pautada em um planejamento e seguindo todas as questões jurídicas. 

Durante a jornada do gestor é normal surgirem dúvidas sobre questões burocráticas. Se você  deseja aprender a fazer tudo isso, conheça o Curso Livre em Administração Eclesiástica! O curso pode ser uma excelente opção para você dominar tudo o que precisa para administrar uma igreja. 

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4 Dicas para a administração eclesiástica

Para auxiliar a gestão da igreja, selecionamos algumas dicas importantes para garantir um bom trabalho na administração eclesiástica. 

 

1.  Priorize a gestão do seu tempo

Um dos maiores desafios de um gestor é organizar e encarar seu tempo disponível para realizar todas as tarefas. Primeiramente, tenha em mente que o equilíbrio é fundamental. Ser produtivo e eficiente é importante, mas também é necessário ter um tempo pessoal e familiar.

Existem diversos métodos e dicas de organização de tempo. A maioria é pautada em organizar a ordem das tarefas por prioridade. Se você faz a coisa mais importante primeiro, seu dia tem chance de render mais.

A dica mais relevante para a gestão do seu tempo ser eficiente é analisar seus picos de produtividade, seu tempo disponível e o que te atrapalha. Dessa forma, fica mais claro organizar sua agenda. 

Por exemplo, aproveite seu período mais produtivo para fazer as tarefas mais densas e use os horários em que você está menos focado para fazer reuniões ou tarefas mais leves. Além disso, tente afastar as distrações e descanse. Afinal, uma pessoa cansada não produz muito, não é mesmo?!

 

2. Delegue tarefas

 Um erro comum entre líderes é tentar “abraçar o mundo”, ou seja, ficar sobrecarregado tentando realizar todas as tarefas, mas isso não é saudável nem produtivo. Por isso, quando a agenda fica lotada, aprenda a delegar tarefas para outras pessoas. Para isso, algumas dicas são:

 – Conheça sua equipe para considerar o perfil das pessoas para a execução de cada trabalho;

– Seja claro sobre a tarefa: o que é, quem fará e qual o prazo;

– Dê treinamentos para a equipe;

– Acompanhe os processos e esclareça dúvidas.

 

3. O comprometimento com os valores da empresa é fundamental para a equipe

 Cada colaborador, seja voluntário ou não, que faça parte da administração eclesiástica precisa ser de confiança e se comprometer com os valores da instituição. A dica não é válida apenas para pessoas do setor financeiro, mas também para os que pertencem a outras áreas: gestão de pessoas, caridade, educação, comunicação, etc. 

A equipe precisa estar ligada ao objetivo maior da igreja e não com interesses próprios. Para isso, o comprometimento com os valores da igreja pode ser critério de seleção, além de ser incentivado constantemente nas pessoas.

 

4.  Entenda que a função de pastor não está ligada necessariamente a parte administrativa

 É comum que a administração eclesiástica, inclusive as de igrejas de pequeno porte, sejam feitas pelos próprios pastores. Isso pode ser um erro. Um pastor tem sua vocação para liderar, educar e ajudar pessoas, não necessariamente resolver questões burocráticas de uma instituição. 

Por isso, tenha em mente que o pastor não obrigatoriamente precisa resolver todas as questões administrativas da igreja. Se ele deseja seguir esse caminho de gestor, precisa se dispor a aprender todos os trâmites. Caso contrário, está tudo bem se ele supervisionar a administração eclesiástica e contar com uma equipe.

 

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